O óleo lubrificante pode ser contaminado por fungos e bactérias?

Quando o assunto é óleo lubrificante, a garantia de suas boas condições de uso é imprescindível. Além de lubrificar as peças e conter o desgaste, o lubrificante é responsável  pela refrigeração, pela vedação e pela manutenção interna do motor, funções essenciais para o seu bom desempenho.

Nesse sentido, problemas no óleo lubrificante podem significar grandes prejuízos para veículos e máquinas. Uma das complicações mais recorrentes é a contaminação do óleo. Ela pode se suceder em vários momentos da utilização do óleo, desde sua estocagem e armazenagem até a queima do óleo no motor.

A contaminação pode ocorrer de três formas diferentes: pelo contato com a água, pela presença de partículas sólidas e pela contaminação biológica (por fungos e bactérias). No post de hoje, trataremos desta última forma de contaminação, que, embora bastante comum, pode ser facilmente prevenida.  

Como ocorre a contaminação?

A proliferação de fungos e bactérias no óleo lubrificante pode se dar por variados motivos. A armazenagem do óleo em tanques impróprios e/ou não inspecionados regularmente é um deles. Além disso, manter o óleo estocado por períodos maiores que aqueles recomendados também é um fator de risco.

A presença de água, partículas sólidas, poeira e outras sujeiras no óleo é outro agente catalisador da contaminação biológica. Isso se verifica principalmente pela alteração da composição química do óleo, o que torna o meio mais propício para a proliferação de bactérias e fungos.

Quais são as consequências?

Uma vez alteradas as propriedades lubrificantes do óleo, todas as suas funções podem ser comprometidas. Essa é uma complicação séria, já que põe em risco todos os componentes do motor.

Dentre as alterações químicas causadas pelos fungos e bactérias, estão a produção de ácidos corrosivos e sais, alteração do odor, queda do pH e quebra da emulsão.

Confira alguns dos efeitos negativos causados por óleo contaminado:

– Perda da proteção exercida pelo óleo.

– Aumento no atrito entre as peças e aumento do desgaste.

– Erosão prematura de peças.

– Surgimento de borras.

– Encurtamento da vida útil dos equipamentos.

– Obstrução de tubulações e filtros.

– Entupimento e falhas em injetores.

– Desregulagem e perda de potência do motor.

Como proteger o óleo lubrificante?

Para prevenir e combater a contaminação biológica, a filtragem do óleo é o método ideal. Os filtros e os aditivos utilizados nesse procedimento contêm em sua fórmula substâncias biocidas e antioxidantes, cuja função é eliminar bactérias, fungos e leveduras.

Investimento de baixo custo e alta eficácia, a filtragem também é capaz de retirar a água e separar outras partículas sólidas presentes no óleo. Como vimos, isso é essencial, já que esses contaminantes também podem estimular o crescimento dos fungos e das bactérias.

Os principais benefícios da implementação de um sistema de filtragem são a melhoria da estabilidade do óleo lubrificante, a redução do atrito, a contenção do desgaste e o prolongamento da vida útil dos equipamentos. A soma desses benefícios resulta ainda na diminuição das chances de paradas e futuras intervenções em veículos e equipamentos.

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